Vereador faz cobranças e presidente nega entrevista à imprensa O vereador Edgard Luís Mendonça questionou a Mesa Diretora da Câmara de Fruta...
http://no-ponto.blogspot.com/2009/05/vereador-faz-cobrancas-e-presidente.html
Vereador faz cobranças e presidente nega entrevista à imprensa
O vereador Edgard Luís Mendonça questionou a Mesa Diretora da Câmara de Frutal na reunião de ontem. Ao usar a palavra na parte final da reunião, Edgard levantou dúvidas sobre alguns contratos firmados nessa legislatura e pediu cópias de documentos da contratação da Agência de Publicidade, advogados terceirizados, uma empresa de assessoria de computadores, a compra de um armário com um valor muito alto e ainda a contratação de uma pesquisa interna entre os servidores do Legislativo. De acordo com o vereador, todos estes atos precisam ser explicados pela presidência, já que se tratam de contratos com valores altos e que não condizem com o discurso de economia da Mesa.
Clique e ouça a cobrança do vereador
No final da reunião de ontem, a presidente Maisa foi procurada pelo repórter Antonio Araujo para responder os questionamentos, mas não quis atender o jornalista. Ouça o momento que Maíza nega entrevista à imprensa.
Clique e ouça
Da redação do Raio-X: Por Aluízio Umberto
O vereador Edgard Luís Mendonça questionou a Mesa Diretora da Câmara de Frutal na reunião de ontem. Ao usar a palavra na parte final da reunião, Edgard levantou dúvidas sobre alguns contratos firmados nessa legislatura e pediu cópias de documentos da contratação da Agência de Publicidade, advogados terceirizados, uma empresa de assessoria de computadores, a compra de um armário com um valor muito alto e ainda a contratação de uma pesquisa interna entre os servidores do Legislativo. De acordo com o vereador, todos estes atos precisam ser explicados pela presidência, já que se tratam de contratos com valores altos e que não condizem com o discurso de economia da Mesa.Clique e ouça a cobrança do vereador
No final da reunião de ontem, a presidente Maisa foi procurada pelo repórter Antonio Araujo para responder os questionamentos, mas não quis atender o jornalista. Ouça o momento que Maíza nega entrevista à imprensa.
Clique e ouça
Da redação do Raio-X: Por Aluízio Umberto
É preciso falar, de novo, das farras com o dinheiro público.
É preciso falar, apontar, se indignar !!!
Até que nossos representantes retomem a consciência de que foram escolhidos para defender seus representados e não para usarem, como se fossem donos, aquilo que pertence a todos.
Infelizmente, parte dos nossos representantes parece ter perdido a noção entre o público e o privado. Perderam
a compostura, o senso de conduta, a noção básica de espírito público.
Por isso é preciso insistir e persisitir. Sem temor, sem se cansar. Até que nossos representantes repensem seus atos e tenham vergonha de usar o patrimônio público como se fosse bem particular.
É preciso que cada cidadão reavive diariamente a chama da cidadania.
Precisamos, todos, fazer este país se tornar mais ético. E além de cobrarmos ética de nós mesmos, temos que exigir postura dos nossos políticos, porque são eles que conduzem os destinos da cidade, do estado e da nação.
São nossos representantes que servem de exemplo e parâmetro para milhões de jovens e crianças. Portanto, é primordial que sejam um exemplo de decência.
A RÁDIO 102, para desgosto dos que preferem
o cidadão desinformado e desinteressado, continuará apontando aquilo que parece
questionável e condenando o que esteja errado. Porque é esta a função imprensa.
O jornalismo tem obrigação de denunciar.
Ontem, a propósito da denúncia envolvendo o carro oficial da Câmara de Vereadores de Frutal, um amigo do RAIO X indicou uma matéria publicada no Jornal Estado de São Paulo.
Escrito pelo jornalista e consultor Carlos Alberto DiFranco, o artigo “O DEVER DA DENÚNCIA” tece algumas
ponderações interessantes, que valem a pena ser citadas:
Diz Carlos Alberto DiFranco que os jornalistas, cumprindo rigorosamente o dever de denúncia, podem contribuir poderosamente para a renovação ética. O combate à corrupção deve ser uma bandeira permanente. Para isso, em primeiro lugar, é preciso investir pesadamente na metodologia da dúvida. Interrogar e duvidar é um dever
profissional elementar, sobretudo quando se cobrem assuntos de interesse público.
Os leitores não querem um jornalismo insosso e incolor. Querem uma mídia comprometida com a verdade. Tal compromisso, como é lógico, reclama, muitas vezes, uma informação que desemboca na denúncia consistente.
Diz ainda o jornalista que “nossa missão é (ou deveria ser) rasgar o declaratório e mostrar a verdade. Declaração não é ponto de chegada. É ponto de partida. O jornalista precisa ver e confrontar a realidade com as promessas.
Sem isso, o jornalismo deixa de ser socialmente relevante”.
Complementa-se o “dever da denúncia” com o que o jornalista Carlos Alberto DiFrancochama de “jornalismo
de buldogues”.
Precisamos, todos, ser a memória da cidadania. É dever ético da imprensa promover uma ampla conscientização da relevância que os cargos públicos têm e da importância de que pessoas absolutamente idôneas os ocupem. É preciso mostrar eventuais descompassos entre o discurso e a realidade.
Ainda no artigo “O DEVER DA DENÚNCIA” o jornalista Carlos Alberto DiFranco cita Rui Barbosa.
“A imprensa é a vista da Nação”, dizia Rui Barbosa.
“Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam ou roubam.”
“A autoridade não é uma capa, mas um farol... Queiram, ou não queiram, os que se consagraram à vida pública deram paredes de vidro até à sua vida particular. Agrade, ou não agrade, as constituições que abraçaram o governo da Nação pela Nação têm por suprema esta norma: para a Nação não há segredos; na sua administração não se toleram escaninhos; no procedimento dos seus servidores não cabe mistério; e toda encoberta, sonegação ou reserva, em matéria de seus interesses, importa, nos homens públicos, traição ou deslealdade aos mais altos deveres do
funcionário para com o cargo, do cidadão para com o país.”
Disse Rui Barbosa.
E para finalizar um texto que sempre é lembrado quando situações assim acontecem no nosso cotidiano.
De Elisa Lucinda por Ana Carolina
É preciso falar, apontar, se indignar !!!
Até que nossos representantes retomem a consciência de que foram escolhidos para defender seus representados e não para usarem, como se fossem donos, aquilo que pertence a todos.
Infelizmente, parte dos nossos representantes parece ter perdido a noção entre o público e o privado. Perderam
a compostura, o senso de conduta, a noção básica de espírito público.
Por isso é preciso insistir e persisitir. Sem temor, sem se cansar. Até que nossos representantes repensem seus atos e tenham vergonha de usar o patrimônio público como se fosse bem particular.
É preciso que cada cidadão reavive diariamente a chama da cidadania.
Precisamos, todos, fazer este país se tornar mais ético. E além de cobrarmos ética de nós mesmos, temos que exigir postura dos nossos políticos, porque são eles que conduzem os destinos da cidade, do estado e da nação.
São nossos representantes que servem de exemplo e parâmetro para milhões de jovens e crianças. Portanto, é primordial que sejam um exemplo de decência.
A RÁDIO 102, para desgosto dos que preferem
o cidadão desinformado e desinteressado, continuará apontando aquilo que parece
questionável e condenando o que esteja errado. Porque é esta a função imprensa.
O jornalismo tem obrigação de denunciar.
Ontem, a propósito da denúncia envolvendo o carro oficial da Câmara de Vereadores de Frutal, um amigo do RAIO X indicou uma matéria publicada no Jornal Estado de São Paulo.
Escrito pelo jornalista e consultor Carlos Alberto DiFranco, o artigo “O DEVER DA DENÚNCIA” tece algumas
ponderações interessantes, que valem a pena ser citadas:
Diz Carlos Alberto DiFranco que os jornalistas, cumprindo rigorosamente o dever de denúncia, podem contribuir poderosamente para a renovação ética. O combate à corrupção deve ser uma bandeira permanente. Para isso, em primeiro lugar, é preciso investir pesadamente na metodologia da dúvida. Interrogar e duvidar é um dever
profissional elementar, sobretudo quando se cobrem assuntos de interesse público.
Os leitores não querem um jornalismo insosso e incolor. Querem uma mídia comprometida com a verdade. Tal compromisso, como é lógico, reclama, muitas vezes, uma informação que desemboca na denúncia consistente.
Diz ainda o jornalista que “nossa missão é (ou deveria ser) rasgar o declaratório e mostrar a verdade. Declaração não é ponto de chegada. É ponto de partida. O jornalista precisa ver e confrontar a realidade com as promessas.
Sem isso, o jornalismo deixa de ser socialmente relevante”.
Complementa-se o “dever da denúncia” com o que o jornalista Carlos Alberto DiFrancochama de “jornalismo
de buldogues”.
Precisamos, todos, ser a memória da cidadania. É dever ético da imprensa promover uma ampla conscientização da relevância que os cargos públicos têm e da importância de que pessoas absolutamente idôneas os ocupem. É preciso mostrar eventuais descompassos entre o discurso e a realidade.
Ainda no artigo “O DEVER DA DENÚNCIA” o jornalista Carlos Alberto DiFranco cita Rui Barbosa.
“A imprensa é a vista da Nação”, dizia Rui Barbosa.
“Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam ou roubam.”
“A autoridade não é uma capa, mas um farol... Queiram, ou não queiram, os que se consagraram à vida pública deram paredes de vidro até à sua vida particular. Agrade, ou não agrade, as constituições que abraçaram o governo da Nação pela Nação têm por suprema esta norma: para a Nação não há segredos; na sua administração não se toleram escaninhos; no procedimento dos seus servidores não cabe mistério; e toda encoberta, sonegação ou reserva, em matéria de seus interesses, importa, nos homens públicos, traição ou deslealdade aos mais altos deveres do
funcionário para com o cargo, do cidadão para com o país.”
Disse Rui Barbosa.
E para finalizar um texto que sempre é lembrado quando situações assim acontecem no nosso cotidiano.
De Elisa Lucinda por Ana Carolina


Um comentário
é segunda ves nessa semana q ouvi alguma coisa q é td que gostaria de falar de escrever como não tenho esse dom estou aqui para parabenizar e aplaudir
Postar um comentário