Reconstituição de assassinato de professora é adiada Advogado do acusado alega que faltava segurança no local e a vida de Tonzinho estava em...
https://no-ponto.blogspot.com/2009/05/reconstituicao-de-assassinato-de.html
Reconstituição de assassinato de professora é adiada
Advogado do acusado alega que faltava segurança no local e a vida de Tonzinho estava em risco.
A reconstituição do assassinato da professora Márcia Ferreira Martins, ocorrido no dia 2 de novembro do ano passado, e que seria realizada na manhã da última terça feira (12), foi adiada. Isso porque o réu confesso do assassinato, Everton Carneiro Martins (Tonzinho), de 29 anos, marido de Márcia, e seu advogado, o defensor público Reinaldo Ferreira Queiroz, alegaram que não haveria segurança suficiente para a permanência de Tonzinho no local.
O repórter Antônio Araújo se deslocou até à fazenda em Comendador Gomes e relatou que um grupo de familiares de Márcia estava na fazenda para acompanhar o trabalho da perícia. Como a polícia militar ainda não havia chegado para garantir a segurança do acusado, ele preferiu se retirar, alegando que corria risco de ser agredido pelas pessoas que estavam presentes na fazenda.
Com a reconstituição adiada uma nova data pode ser marcada para que detalhes e dúvidas que pairam sobre o assassinato da professora sejam sanados.
Advogado do acusado alega que faltava segurança no local e a vida de Tonzinho estava em risco.
A reconstituição do assassinato da professora Márcia Ferreira Martins, ocorrido no dia 2 de novembro do ano passado, e que seria realizada na manhã da última terça feira (12), foi adiada. Isso porque o réu confesso do assassinato, Everton Carneiro Martins (Tonzinho), de 29 anos, marido de Márcia, e seu advogado, o defensor público Reinaldo Ferreira Queiroz, alegaram que não haveria segurança suficiente para a permanência de Tonzinho no local.O repórter Antônio Araújo se deslocou até à fazenda em Comendador Gomes e relatou que um grupo de familiares de Márcia estava na fazenda para acompanhar o trabalho da perícia. Como a polícia militar ainda não havia chegado para garantir a segurança do acusado, ele preferiu se retirar, alegando que corria risco de ser agredido pelas pessoas que estavam presentes na fazenda.
Com a reconstituição adiada uma nova data pode ser marcada para que detalhes e dúvidas que pairam sobre o assassinato da professora sejam sanados.
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