Escândalo APAC
Delegado fala pela primeira vez sobre inquérito um ano após a denúncia Após denúncias apresentadas ao Ministério Público, quatro inquérito...
Delegado fala pela primeira vez sobre inquérito um ano após a denúncia
Após denúncias apresentadas ao Ministério Público, quatro inquéritos foram instaurados no ano passado na Polícia Civil para apurar irregularidades na administração da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (APAC) de Frutal.
De acordo com o delegado Rodolfo Rosa Domingos, que é reponsável por três dos quatro inquéritos criminais que tramitam na 42ª Delegacia de Polícia Civil (DRPC), várias testemunhas, dentre detentos, fornecedores e população já foram ouvidas. Segundo ele o principal indício de desvio de verbas é constatado nas notas de compra que não condizem com as mercadorias adquiridas pela instituição. Acusada de desviar, segundo fontes extra-oficiais, valores que ultrapassam R$100 mil, a ex-presidente da APAC ainda não foi ouvida e reponde o inquérito em liberdade.
Além dos quatro inquéritos da 42ª DRPC o promotor da primeira Vara Vinícius de Souza Chaves também investiga os crimes em um outro inquérito civil que pode gerar uma ação de improbidade administrativa contra a acusada. As denúncias contra Vênis foram apresentadas à ele no final do mês de fevereiro do ano passado. Desde então ela foi afastada da presidência da instituição e sua filha, que era contratada também foi exonerada. Na época a filha de Vênis ganhava por mês um salário equivalente a R$2.100 mil.
Caso seja condenada, além de devolver o dinheiro desviado, Vênis também pode ser processada criminalmente e presa. Os inquéritos investigam a prática de crimes de falsificação de documentos, falsidade ideológica, receptação, peculato, entre outros provenientes do desvio de verbas públicas.
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